quarta-feira, 3 de setembro de 2014

"Saga Crepúsculo"

Olá amados….

Bora falar dessa saga que contaminou o mundo inteiro (de uma forma boa claro) quando foi lançado.

Tenho que confessar gente, comecei a me viciar em livros quando li essa saga rsrs, sabe… já pensei até em procurar um L.A (livros anônimos) kkkk se é que isso existe, mas ai eu penso, e penso, e continuo pensando, e vejo que sou totalmente viciada, e é assim que quero continuar kkkk….

Estou brincando galera, só para descontrair.

Acontece que sim, realmente eu detestava ler, não tinha nenhuma paciência, e quando via alguém com um livro na mão, achava um idiota… Sem me dar conta que idiota era eu, ao perder tempo não alimentando minha mente com historias e podemos até dizer, alimentar-me da língua portuguesa. A gente fica mais ligado quando começa a ler, percebe palavras que você escrevia errado, ou frases que falava totalmente errada rsrs.

Bom caros amados, acontece que crepúsculo trouxe para minha vida a magia que é a leitura, ler é como sim, se você estivesse em outro mundo, tem livros que você sente todas as emoções juntas e é tão bom, até apaixonar-se você consegue.

Digo sem duvida que ler é uma terapia, você aprende até a controlar suas emoções quando acrescenta a leitura no seu jejum.
Não importa o que você lê, o importante é como você interpreta o que lê.
Tem livros que te ajudam a enxergar coisas de formas diferentes, tem livros que te faz abrir a mente, o coração, um sorriso, sente emoção… enfim.

Crepúsculo foi e é para muitos, uma historia de amor que todos quiseram por um segundo ter.

A vida eterna ao lado de um amor, que é frio por fora, mas quente por dentro, te fazendo sentir as emoções mais intensas, por Eduard Bella abdicou da vida humana, para viver eternamente ao seu lado, mesmo que aquilo a faça um monstro, mas o que poucos entenderam caros leitores, é que você só se torna um monstro, quando quer, humano, ou imortal. Então, foi o que Bella decidiu, tonar-se uma vampira boa, porque o foco dela, era o amor, e seria assim por toda sua eternidade, a família Cullen na verdade era assim, movida pelo amor, tanto por si, quanto pelo próximo, e foi isso que nos fez apaixonarmos pelos Cullen, assim como Bella.

Mas como meus amados, como falar deles e não falar do lindo e gostosinho Jake… e é aí que você fica dividida entre o calor e o frio… Não dá para ficar com os dois não? rsr é… não. Porém no fim, você descobre na historia, que o amor entre o frio e o calor, era apenas você completando a si mesma.

O amor da vida de Bella sempre foi o Eduard, o Jake foi e sempre seria seu melhor amigo, aquele a quem o destino reservou para amar sua filha, e não a ela. Foi Bella quem fez a confusão, e deixando assim todos confusos. Que confuso né? kkkk
Mas para entender essa historia contagiante, linda, apaixonante e magica, você terá que ler os livros… e ah, não esqueça que, graças a Deus, tem filme deles, ownn, seria tão maravilhoso se todo livro virasse filme :D

Não me arrependo nenhum pouco de ter passado noites acordada lendo esse livro, procurando momentos livres para ler nem que fosse um paragrafo, e muito menos, de ficar horas na fila do cinema, para ver os personagens a quem me apaixonei ver sair do livro…
Ai gente, só lendo para entender… São quatro livros, mas fiquem calmos para quem não leu ainda, você não sente tédio com a historia. Quando mais você, mais você quer ficar grudado com o livro para ver o desenrolar da historia :D

Veja um trecho:
Nomes estranhos e incomuns, pensei. O tipo de nome que têm os avós. Mas talvez seja moda por aqui — nomes de cidades pequenas? Finalmente me lembrei de que minha vizinha se chamava Jessica, um nome perfeitamente comum. Havia duas meninas que se chamavam Jessica na minha turma de história, na minha cidade.
— Eles são… muito bonitos. — Lutei com a patente atenuação da verdade.
— É — concordou Jessica com outra risada. — Mas todos estão juntos… Emmett e Rosalie, e Jasper e Alice, quero dizer. E eles moram juntos. — Sua voz trazia toda a condenação e o choque da cidade pequena, pensei criticamente. Mas, para ser sincera, tenho que admitir que até em Phoenix isso provocaria fofocas.
— Quem são os Cullen? — perguntei. — Eles não parecem parentes…
— Ah, e não são. O Dr. Cullen é bem novo, tem uns vinte e tantos ou trinta e poucos anos. Todos foram adotados. Os Hale são mesmo irmãos, gêmeos… os louros… e são filhos adotivos.
— Parecem meio velhos para filhos adotivos.
— Agora são, Jasper e Rosalie têm 18 anos, mas estão com a Sra. Cullen desde que tinham 8 anos. Ela é tia deles ou coisa assim.
— Isso é bem legal… Eles cuidarem de todas essas crianças, quando eram tão pequenos e tudo isso.
— Acho que sim — admitiu Jessica com relutância, e tive a impressão de que por algum motivo ela não gostava do médico e da esposa. Com os olhares que ela atirava aos filhos adotivos, eu imaginava que o motivo era inveja. — Mas acho que a Sra. Cullen não pode ter filhos — acrescentou ela, como se isso diminuísse sua bondade.
Em toda essa conversa, meus olhos disparavam sem parar para a mesa onde se acomodava a estranha família. Eles continuavam a olhar para as paredes e não comiam.
— Eles sempre moraram em Forks? — perguntei. Certamente eu os teria percebido em um dos verões aqui.
— Não — disse ela numa voz que dava a entender que isso devia ser óbvio, até para uma recém-chegada como eu. — Só se mudaram há dois anos, vindos de algum lugar do Alasca.
Senti uma onda de pena, e também alívio. Pena porque, apesar de lindos, eles eram de fora, e claramente não eram aceitos. Alívio por eu não ser a única recém-chegada por aqui, e certamente não ser a mais interessante, por qualquer padrão.
Enquanto eu os examinava, o mais novo, um dos Cullen, virou-se e encontrou meu olhar, desta vez com uma expressão de evidente curiosidade. Quando desviei os olhos rapidamente, me pareceu que o olhar dele trazia uma espécie de expectativa frustrada.
— Quem é o garoto de cabelo ruivo? — perguntei. Eu o espiei pelo canto do olho e ele ainda estava me encarando, mas não aparvalhado como os outros alunos. Tinha uma expressão meio frustrada. Olhei para baixo novamente.
— É o Edward. Ele é lindo, é claro, mas não perca seu tempo. Ele não namora. Ao que parece, nenhuma das meninas daqui é bonita o bastante para ele. — Ela fungou, um caso claro de dor-de-cotovelo. Eu me perguntei quando é que ele a tinha rejeitado.
Mordi o lábio para esconder meu sorriso. Depois olhei para ele de novo. Seu rosto estava virado para o outro lado, mas achei que sua bochecha parecia erguida, como se ele também estivesse sorrindo.
Até a próxima resenha :D
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Crepúsculo - Saga

Autora: Meyer, Stephenie

Editora: Intrinseca (edição Digital)


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